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Renault Sandero, que será fabricado no Complexo Ayrton
Senna (São José dos Pinhais / PR) e comercializado
a partir de dezembro no Brasil e depois na Argentina, ilustra
o desenvolvimento internacional do Grupo Renault. Graças
a implementação do "Centro de Engenharia
Renault", baseado no Brasil, o Sandero foi concebido para
atender às exigências dos clientes brasileiros
e sulamericanos.
"O Renault
Sandero foi pensado para atender às exigências
dos consumidores brasileiros e do Mercosul, sem que isso representasse
comprometer a vocação de carro mundial que os
veículos desenvolvidos a partir da plataforma B0 possuem",
afirma Gérard Detourbet, Diretor do Programa X90.
O hatch Sandero
é o primeiro carro da Renault a ser produzido inicialmente
fora das bases da empresa na Europa. Por isso, os engenheiros
brasileiros foram envolvidos desde o início do projeto.
"Nossa intenção era a de criar um carro
para o cliente brasileiro e não um veículo que
representasse apenas uma visão européia de quem
é o cliente brasileiro. Por esse motivo, envolvemos
pessoas que melhor compreendem as necessidades do mercado",
conclui Gérard Detourbet.
O Renault Sandero
contará com índice de nacionalização
de aproximadamente 90%, o mais alto dentre os modelos produzidos
pela empresa no País. "Esse elevado nível
de integração local de peças do Sandero
só foi possível pelo fato de ele ter sido projetado
próximo ao mercado brasileiro e por contar com um importante
envolvimento dos fornecedores locais no desenvolvimento do
projeto, o que comprova que o modelo já nasceu com
o DNA brasileiro", explica Detourbet.
Outro exemplo
da internacionalização da marca Renault está
ligada à escolha do nome Sandero. "Queríamos
um nome de sonoridade latina e de fácil pronunciação,
que transmitisse para as pessoas a modernidade e a jovialidade
presentes no design externo do modelo e que também
pudesse ser usado mundialmente", resume o diretor.
Fonte
: Maxpress
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